Posts Tagged ‘ Rock ’

Momento EMO – Anberlin em São Paulo

Momento EMO mesmo, essa banda aí eu conheci na cagada, falando que era uma merda até eu ver o clipe dessa exata música do vídeo. Depois escutei os discos e gostei e aí 2 amigos foram para o Vans Warped Tour em Jacksonville USA e me trouxeram uma camiseta da banda, a qual usei mais vezes do que escutei os discos. E sábado passado fui no show com a minha gatinha e filmamos essa música para o deleite dos emos de plantão ahuahua

Enjoy!

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CONFIRMADO: ZZ TOP NO BRASIL!!!!!

Depois de muitos boatos, a produtora Alive Concerts confirmou a vinda da banda canadense ZZ Top ao Brasil. É a primeira vez que o trio se apresenta na América do Sul.

O lendário grupo de Billy Gibbons (guitarra e vocal), Dusty Hill (baixo) e Frank Beard (bateria) desembarca por aqui em dezembro de 2009. Ou seja, em breve.

O trabalho mais recente do grupo é o CD e DVD Live from Texas (ST2).

Veja as datas dos shows do ZZ Top:

10.12 – Via Funchal – SP
12.12 – HSBC – Rio
13.12 – Espaço das Américas – SP

Ingressos em breve

Assista ZZ TOP ABAIXO:

Rock and Roll News!!!! It Might Get Loud!!!


O documentário It Might Get Loud (A Todo Volume) mergulha com raro empenho na intimidade das lendas do rock, ou, melhor, dos heróis da guitarra. Os desenvoltos The Edge, do U2, Jimmy Page, do Led Zeppelin, e Jack White, do White Stripes, interagem e discorrem sobre sua relação pessoal com a guitarra elétrica, falando de paixão, técnicas e possibilidades sonoras.

IT MIGHT GET LOUD

Heróis de diferentes gerações da guitarra estrelam documentário

Produtora Legendary Pictures investe no exame do icônico instrumento que moldou o rock’n’roll

Por Eduardo Ribeiro

Lançado em 14 de agosto nos Estados Unidos, It Might Get Loud (A Todo Volume), documentário que mergulha com raro empenho na intimidade das lendas do rock, ou, melhor, dos heróis da guitarra, deve chegar à versão nacional no mês de novembro (dia 6). Nele, os desenvoltos instrumentistas The Edge, do U2, Jimmy Page, do Led Zeppelin, e Jack White, do White Stripes, interagem e discorrem sobre sua relação pessoal com a guitarra elétrica, falando de paixão, técnicas e possibilidades sonoras.

Ao longo de noventa e sete minutos de filme, os músicos dão seus depoimentos que pontuam oportunamente três gerações diferentes na evolução do ritmo. Dirigido por Davis Guggenheim, a obra tem como principal qualidade a revelação de como os astros, individualmente, atingiram sua identidade artística, fazendo o espectador perceber o estilo que cada um tem de tocar e o quanto essa “pegada” acaba sendo o fator mais importante para um guitarrista que queira ser levado a sério.

Para quem já ama e está envolvido com o instrumento, o documentário é um must-see só pelo fato nos dar a possibilidade de acompanhar a ocasião rara e inédita que coloca no mesmo círculo três artistas talentosíssimos e cheios de pegada, porém pertencentes a galhos diferentes da árvore genealógica do rock. O compartilhar de suas experiências e as coisas ensinadas uns aos outros mostram que a evolução só pode ser galgada com mente e ouvidos abertos e o apuro natural pela sensibilidade.

E a empreitada da Legendary Pictures em nome da guitarra e do rock não para por aí: a mesma produtora anunciou que está trabalhando em uma cinebiografia do imbatível Jimi Hendrix. O roteiro baseado na vida do músico e mito da era flower power está sob a batuta de Max Borenstein, e conta com o mesmo produtor de Watchmen e dono da Legendary Thomas Tull, além de Bill Gerber, responsável por Gran Torino (Clint Eastwood).

A empresa continua em negociação com a Experience Hendrix, administradora do patrimônio de Jimi, mas mesmo assim está tocando o projeto, antes de chegar a um acordo sobre os direitos autorais.

Veja o trailer de IT MIGHT GET LOUD

Macacos gostam de Metallica, diz estudo

Saguis-cabeça-de-algodão: metaleiros (Foto: Getty)

Um estudo americano constatou que macacos também podem ser metaleiros. Em uma pesquisa publicado na revista Biology Letters, da Royal Society Journal, saguis-cabeça-de-algodão foram submetidos a uma série de músicas, desde clássica até jazz. De todas elas, as únicas que conseguiram acalmar os bichanos foram as da banda Metallica.

O experimento foi conduzido pelo psicólogo Charles Snowdown, da Universidade de Wisconsin-Madison, e pelo músico David Teie, que toca violoncelo na Orquestra Sinfônica Nacional. Para o estudo, os pesquisadores fizeram os saguis escutarem músicas de Bach, Led Zeppelin, Miles Davis, entre outros.

A conclusão é que macacos interpretam os sons de uma maneira diferente dos humanos. “Estranhamente, a única resposta que tiveram a diversas amostras de músicas foi uma resposta calma à banda de heavy-metal Metallica”, disse Snowdown à publicação, segundo reportagem do jornal Daily Telegraph.

O psicólogo explica que a fala das pessoas não expressa necessariamente o estado emocional delas. “Quando acrescendo elementos extras, mudo o tom da voz, o ritmo, a altura ou velocidade, é onde está o conteúdo emocional”. Ele deu o exemplo de bebês humanos, que também são capazes de interpretar diferentes tons e alturas de voz.

“Aprovação tem um tom crescente e tranquilização tem um tom decrescente. Adicionamos atributos musicais ao discurso para influenciar o estado afetivo de um bebê”, afirma. “A voz, o padrão de entonação, a musicalidade, podem ser mais importantes do que palavras”.