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É nóis no Sonique Bar!!!!

Bom leitores (ainda continuo não sabendo quantos e quem são), tenho o enorme prazer de fazer este post.

Aqui na minha cidade natal, São Paulo e agora também em Campinas, existe um lugar onde fui algumas boas vezes no ano de 2009 que é um lugar bem especial, um lugar pra quem quer se sentir em New York, um lugar moderno onde toca boa música, serve excelentes pratos e é excelência em drinks!

Esse é o Sonique Bar! Um lugar que com certeza você precisa conhecer!

E lá toca muita música boa e eu recebi um convite pra fazer um playlist temático pra ir pro Blip do Sonique e no Twitter deles e quero compartilhar com vocês aqui! O TEMA É FESTAAAAAA!!!!!

Party ON!!!!!!!!!!!!!!!

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Macacos gostam de Metallica, diz estudo

Saguis-cabeça-de-algodão: metaleiros (Foto: Getty)

Um estudo americano constatou que macacos também podem ser metaleiros. Em uma pesquisa publicado na revista Biology Letters, da Royal Society Journal, saguis-cabeça-de-algodão foram submetidos a uma série de músicas, desde clássica até jazz. De todas elas, as únicas que conseguiram acalmar os bichanos foram as da banda Metallica.

O experimento foi conduzido pelo psicólogo Charles Snowdown, da Universidade de Wisconsin-Madison, e pelo músico David Teie, que toca violoncelo na Orquestra Sinfônica Nacional. Para o estudo, os pesquisadores fizeram os saguis escutarem músicas de Bach, Led Zeppelin, Miles Davis, entre outros.

A conclusão é que macacos interpretam os sons de uma maneira diferente dos humanos. “Estranhamente, a única resposta que tiveram a diversas amostras de músicas foi uma resposta calma à banda de heavy-metal Metallica”, disse Snowdown à publicação, segundo reportagem do jornal Daily Telegraph.

O psicólogo explica que a fala das pessoas não expressa necessariamente o estado emocional delas. “Quando acrescendo elementos extras, mudo o tom da voz, o ritmo, a altura ou velocidade, é onde está o conteúdo emocional”. Ele deu o exemplo de bebês humanos, que também são capazes de interpretar diferentes tons e alturas de voz.

“Aprovação tem um tom crescente e tranquilização tem um tom decrescente. Adicionamos atributos musicais ao discurso para influenciar o estado afetivo de um bebê”, afirma. “A voz, o padrão de entonação, a musicalidade, podem ser mais importantes do que palavras”.